“PSD mostrou sua força”, diz Georgiano Neto após votação histórica para deputado federal no Piauí






   Eleito deputado federal com 234.254 votos, Georgiano Neto (PSD) avaliou nesta segunda-feira (5) o resultado das eleições no Piauí e afirmou que o desempenho nas urnas mostrou a força política do partido no estado. 

O parlamentar terminou o pleito como o candidato à Câmara dos Deputados mais votado do Piauí e estabeleceu um novo recorde histórico para o cargo.

Georgiano atribuiu a votação ao trabalho construído ao longo dos últimos anos e às articulações realizadas em diferentes municípios piauienses. 

O deputado também agradeceu aos aliados que participaram de sua campanha e da eleição de Júlio César (PSD) para o Senado.

“Primeiro, agradecer a Deus, ao povo do Piauí, pela preferência do nosso nome. 

Mais uma vez, tendo uma votação histórica, agora como deputado federal mais votado da história do Piauí. 

E nós vamos continuar respondendo com o trabalho. 

O reconhecimento nas urnas se deve a um trabalho intenso, um trabalho de quatro anos, um trabalho de várias mãos. 

Ninguém faz nada sozinho”, afirmou.

Georgiano também citou o apoio recebido por lideranças ligadas ao PT e ao grupo governista. 

Segundo ele, a aliança construída durante a campanha foi importante tanto para sua eleição quanto para a vitória de Júlio César ao Senado.

“Sou muito grato ao senador Júlio César pela parceria, por sempre estar ao meu lado, sempre caminhando lado a lado com as pautas importantes dos municípios que nós representamos. 

E aqui fazer um agradecimento público ao deputado Fábio Novo, ao Partido dos Trabalhadores, que na sua grande maioria apoiou a eleição do senador Júlio César, ao nosso governador Rafael, ao ministro

Wellington Dias, ao presidente Lula”, disse.

O deputado federal eleito acrescentou que deverá intensificar a participação na campanha presidencial durante o segundo turno e declarou apoio à reeleição do presidente Lula (PT).

“Nós nos engajamos mais ainda, agora no segundo turno, para garantir a reeleição do presidente Lula”, afirmou.

Georgiano destaca eleição de Júlio César

Além da própria votação, Georgiano comemorou a eleição de Júlio César para o Senado. 

O candidato do PSD conquistou uma das duas vagas em disputa no Piauí, ao lado de Marcelo Castro (MDB). 

Júlio César terminou o pleito com 26,98% dos votos válidos.

Georgiano afirmou que nunca teve dúvidas sobre a viabilidade eleitoral do projeto e atribuiu a vitória à trajetória política de Júlio César e aos apoios construídos ao longo da campanha.

“Primeiro, a história do senador Júlio César, que possui 50 anos de vida pública, ficha limpa, por onde passou deixou a marca do trabalho. 

Com os apoios que ele teve, com a parceria do governador Rafael, do presidente Lula, nós não tínhamos dúvidas de que, mesmo administrando algumas resistências dentro da própria base do governo, esse projeto seria vitorioso”, declarou.

Segundo Georgiano, a eleição também demonstrou a capacidade do grupo de enfrentar candidaturas já consolidadas no cenário político estadual.

Não é fácil desbancar um líder com a força que tem o nosso principal opositor. 

Foi muito suor, muita garra, muitas mãos trabalhando e, graças a Deus, saímos vitoriosos e Júlio César foi eleito nos braços do povo”, disse.

“Foi a melhor coisa que aconteceu”, diz sobre fim da fusão cruzada

Questionado sobre o fim da chamada fusão cruzada entre PSD e MDB, estratégia adotada nas eleições anteriores para a montagem das chapas proporcionais, Georgiano afirmou que a separação fortaleceu o PSD.

Foi a melhor coisa que aconteceu. O PSD mostrou sua força, a sua capacidade de articulação. 

Formamos duas chapas em 20 dias e o PSD saiu muito fortalecido, elegendo um senador da República, dois deputados federais e cinco deputados estaduais”, afirmou.

Para Georgiano, eventuais divergências anteriores com o MDB ficaram para trás após o resultado eleitoral.

“O fim da fusão cruzada são águas passadas e nós estamos muito felizes, muito satisfeitos com o resultado da eleição”, concluiu.





Fonte - O Dia.
Por - Ezequiel Araújo.
Foto - Assis Fernandes /O Dia.










Comentários