O médico Vinicius Dias negou que os apoios políticos que vem recebendo para sua pré-candidatura a deputado estadual tenham relação com imposição política do ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, ou da conselheira do Tribunal de Contas do Estado do Piauí, ex-deputada Rejane Dias.
Segundo ele, as adesões acontecem de forma espontânea e são fruto de diálogo político dentro do partido.
As declarações foram concedidas ao O Dia nesta quarta-feira (20), durante agenda política em que o vereador Joaquim do Arroz oficializou apoio à sua pré-candidatura para a Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) nas eleições de 2026.
Nos últimos meses, Vinicius Dias tem ampliado articulações políticas em Teresina e no interior do estado, em meio às movimentações internas do PT para formação das chapas proporcionais.
Ao comentar os apoios que vem recebendo, o pré-candidato afirmou que não está tentando ocupar espaços políticos de outros integrantes do partido e reforçou que o processo ocorre por meio de diálogo.
“A gente não está indo atrás de tomar a base de ninguém, muito pelo contrário. São pessoas que têm declarado alguma ajuda, algum apoio, seja da maneira que eles puderem contribuir para essa campanha, porque entendemos que o voto é do povo, são as pessoas quem decidem.
Teresina é um grande colégio eleitoral, com muitas pessoas com decisões, e me coloco aqui como alguém que venha somar ao partido para fazermos uma votação como um todo, como um grupo muito expressiva, para que tenhamos poder, diálogo e também consigamos levar muitas dessas causas para o nosso povo piauiense”, afirmou.
Questionado sobre a influência política do pai e da mãe na conquista dessas adesões, Vinicius Dias destacou o legado político construído por Wellington e Rejane Dias, mas negou qualquer tipo de imposição dentro do partido.
“Acredito que a maior importância seja o legado, mas é um legado de muita conversa, muito diálogo dentro da política e dentro do partido.
Por isso que temos um grupo muito unido, durante muitos anos conseguindo trazer melhorias para o estado.
Isso acontece através de diálogo e não através de imposição e nem de força.
Nunca foi assim, nunca vai ser.
Tanto que a minha entrada, pelo que a gente já consegue observar, não está indo contra a base de nenhum outro colegiado dentro do próprio partido, mas utilizando todo esse legado do trabalho deles para poder se somar dentro desse grupo”, declarou.
Fonte - O Dia.
Por - Ezequiel Araújo.
Foto - Redes Sociais.

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