O instituto Veritá realizou de 13 a 19 de Março uma pesquisa com 1.220 eleitores para o governo do Piauí.
A pesquisa comprovou o favoritismo de Rafael Fonteles para sua reeleição.
Os motivos sabemos é claro:
Rafael tem a sua disposição a estrutura da máquina, estrutura essa que é usada e continuará sendo durante a campanha.
Pelo longo período de seu grupo no poder, tem o amplo apoio da maioria dos prefeitos do Piauí.
Apoio da maioria dos Deputados Estaduais, Federais e Senadores.
Tudo isso gabarita os percentuais tanto na espontânea, quanto na estimulada.
Rafael na estimulada tem 51,2%, na espontânea 52,9.
Mas o fator que chama a atenção nesta pesquisa é o bom desempenho do principal adversário do Governador, Joel Rodrigues, que aparece com 32,4% na estimulada e 41,1%.
Tony Rodrigues aparece com 9,1% na espontânea e 3,4%
Juntando só os dois nomes da oposição já levam a eleição para um eventual segundo turno.
E isso é tudo que o Governador não quer, pois isso deixaria tudo em aberto.
O resultado do instituto em questão, bate com alguns números de institutos do Estado, a diferença esta com relação aos nomes de oposição, esses números deixam sempre o Governador numa situação mais confortável.
Ela reflete o que já havíamos dito aqui.
O índice de mais de 50% de intenção é bom, não resta dúvidas, o problema é que desse teto, Rafael não tem como crescer mais, aí vem a dificuldade que é manter, visto que os ataques ao governo, às falhas administrativas, os problemas do Estado e as escolhas feitas fazem com quem estes índices possam cair.
Enquanto que seus opositores tendem a cresçer e mesmo que não cheguem aos índices de Rafael, podem empurrar as eleições para o segundo turno, algo que já não acontece no Piauí há vários anos.
Ainda é cedo para dizer que Rafael será reeleito, embora seja o favorito.
Muitos são os fatores que podem e vão dar os rumos da campanha e dos vitoriosos.
Outro ponto forte do Governador Rafael Fonteles é a força de Lula no Estado.
Vamos continuar acompanhando os desdobramentos.
Fonte - Fatos e Verdades.
Por - Euclides Alves - DRT 431

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