Uma trabalhadora rural de 41 anos morreu na madrugada da segunda-feira (27) após se internar no Hospital Regional Leônidas Melo com crise de ansiedade.
Moradora da vila França, Lucinete Rabelo procurou o hospital no dia 26, foi atendida por uma médica que passou diazepan e soro com complexo B.
Acontece que, quando o soro terminou, já havia outro médico de plantão e a crise não tinha passado.
Segundo o marido da vítima, o médico falou que iria dar uma medicação para ela apagar.
O médico ministrou Haldol e prometalzina mas, próximo às 2:00 da madrugada, a paciente veio a óbito.
Ela era cardiopata e estava com a glicose descompensada.
O advogado da família, Felipe Carvalho, alega que a medicação que ela tomou não poderiam ser administrada porque a glicemia estava muito alta.
A causa da morte no atestado de óbito consta: ARRITMIA NÃO ESPECIFICADA, INFARTO AGUDO MIOCÁRDIO, CARDIOPATIA ISQUÊMICA.
Segundo o advogado, a assistente social do advogado procurou os parentes da vítima e disse que ia providenciar tudo que fosse necessário para o sepultamento.
Realmente as despesas do sepultamento foram pagas, mas não se sabe por quem.
"Apareceu um caixão e não se sabe quem pagou.
Na Pax União, não informaram.
Não foi a assistência social da prefeitura.
Esse caso está estranho.
A chefe de enfermagem não foi informada desse caso e nem a direção do hospital, só quem estava no plantão ficou sabendo", disse o advogado.
OUTRO LADO
Nota de Esclarecimento
O Hospital Leônidas Melo, em Barras, esclarece que a paciente em questão foi atendida dentro dos padrões normais da unidade de saúde, porém, infelizmente, veio a óbito em decorrência de sua condição clínica
O hospital informa ainda que tomou conhecimento da denúncia feita pela família por meio da imprensa e que, até o momento, não recebeu nenhuma comunicação oficial sobre o caso.
A instituição permanece à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos necessários.
Em relação à atuação do serviço social, o hospital explica que a equipe de enfermagem encaminha as famílias ao setor de serviço social, que realiza o questionamento sobre a existência de plano funerário, especialmente nos casos em que há vulnerabilidade econômica como ocorreu nesta situação
Diante disso, o serviço social do hospital entrou em contato com a Secretaria Municipal de Assistência Social, responsável por fornecer o auxílio funerário (urnas) nesses casos.
Fonte e Foto - Portal Longah.

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